se olha/ numa brisa leve/ pára num dia qualquer
leva, se leva.... despeja-me o suor frio do teu corpo
frio porque o amor já não nos aquece como antes.
Calafrios eu senti, quando tu se foi.
gritamos num futuro distante... onde vejo caracóis. sim, caracóis.
esse que desviei ao pisar.
num mundo onde os corações são esquartejados.
ainda me lembro de não pisar num caracol.
Que nem a sua dura carcaça iria protegê-lo.
Eu sou como um caracol... que se esconde em uma casca grossa
desprotegida.... sozinha... num lugar que escolhi.
presa entre sonhos e realidades
entre entrar ou sair da casca..
entre o entre
entrelinhas qualquer, tu não precisa mais saber... já se foi, caracol.
Mas ainda lembro de te pegar em minhas mãos, se te ver de novo...
na mesma rua em direção ao rio.
domingo, 24 de agosto de 2008
6 meses de São Paulo
palavras e códigos ao vento
quando idas e vindas, são muito bem vindas.
onde o sangue corre mais rápido, e como corre.
milhares de vidas se atravessam, e atravessam e nada se percebe
centenas de rostos num só dia.
rostos de pessoas desconhecidas, com sonhos e pesadelos
nada além.
Vindas, idas... alguém cai. Um ser distante me olha fixamente.
ando devagar, respiro, aliás tento respirar... sonhos...
um alfinete cai na imensão multidão... e fica
o telefone toca, é aquela mensagem que chegou, alguém
que tu esperava e já não espera mais te mandou algo.
Mas era só alguém.... que foi alguém e deixou de ser.
Como São Paulo a vida anda, muito depressa.
sem beira nem eira.
e faz tempo que não vejo um vagalume.
palavras e códigos ao vento
quando idas e vindas, são muito bem vindas.
onde o sangue corre mais rápido, e como corre.
milhares de vidas se atravessam, e atravessam e nada se percebe
centenas de rostos num só dia.
rostos de pessoas desconhecidas, com sonhos e pesadelos
nada além.
Vindas, idas... alguém cai. Um ser distante me olha fixamente.
ando devagar, respiro, aliás tento respirar... sonhos...
um alfinete cai na imensão multidão... e fica
o telefone toca, é aquela mensagem que chegou, alguém
que tu esperava e já não espera mais te mandou algo.
Mas era só alguém.... que foi alguém e deixou de ser.
Como São Paulo a vida anda, muito depressa.
sem beira nem eira.
e faz tempo que não vejo um vagalume.
Nome próprio
Pinto
toco
canto
faço amor como ninguém
mas
estou só..
by Camila
Homenagem ao filme Nome próprio, que assisti e tanto amei....
toco
canto
faço amor como ninguém
mas
estou só..
by Camila
Homenagem ao filme Nome próprio, que assisti e tanto amei....
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Enterro-te coração
La pro alto da montanha da cruz
Eu vou lá
Pegar o coração
que tá lá
Cercado com flores e palmeiras
Deixado no fundo
de lá
Eu vou lá
Pegar o coração
que tá lá
Cercado com flores e palmeiras
Deixado no fundo
de lá
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