6 meses de São Paulo
palavras e códigos ao vento
quando idas e vindas, são muito bem vindas.
onde o sangue corre mais rápido, e como corre.
milhares de vidas se atravessam, e atravessam e nada se percebe
centenas de rostos num só dia.
rostos de pessoas desconhecidas, com sonhos e pesadelos
nada além.
Vindas, idas... alguém cai. Um ser distante me olha fixamente.
ando devagar, respiro, aliás tento respirar... sonhos...
um alfinete cai na imensão multidão... e fica
o telefone toca, é aquela mensagem que chegou, alguém
que tu esperava e já não espera mais te mandou algo.
Mas era só alguém.... que foi alguém e deixou de ser.
Como São Paulo a vida anda, muito depressa.
sem beira nem eira.
e faz tempo que não vejo um vagalume.
domingo, 24 de agosto de 2008
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